A Prova Matemática da Existência de Deus
A. Cressy Morrison
Cientista, ex-Presidente da Academia de Ciências de Nova York.
Ainda estamos no amanhecer da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.
Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.
Eis algumas razões para minha fé: Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.
Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada. Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso. Matematicamente sabemos que:
- a chance de pegar a número um é de um em dez;
- de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100;
- de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante;
- sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso:
- A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.
- Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta “vida eterna” nos esquente só o suficiente! Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.
- A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, tranformando-nos em continentes de gelo.
- Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.
- Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.
- Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
É perante estes e outros exemplos que não há uma chance em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente.
É cientificamente comprovado o que o salmista disse: “Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos.”
Fonte: Guia.heu
Comentários
27 comentários para “A Prova Matemática da Existência de Deus”
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Que texto idiota… Mesmo que a chance seja de 1 em infinito, há chance!
e isso é muito mais provável do que a existência de algum tipo de deus, porque é muito mais fácil para os ignorantes fechar os olhos e acreditar que um deus criou o mundo só porque ele quis do que estudar e descobrir como o mundo foi criado.
Se deus criou o mundo, então quem criou deus? Se deus existe desde sempre, então porque o mundo não existe desde sempre?
A ciência prova a evolução e deus não está em nenhuma parte dela, sabe por que? Porque deus não criou o mundo e não nem se ele existe de verdade!
Qual a razão de um ser tããão poderoso quanto esse deus que se fala criar as coisas, a vida? Ele estava entediado de ser o todo poderoso e todo eterno e pensou: “Ah, quer saber?! Vou criar o mundo!” e POOFF, o mundo se fez… Para com isso, é irracional!
A probabilidade da evolução é muito maior do que essa bobagem de deus criar o homem a sua semelhança.
Considero válida a tentativa de convencer-nos de que Deus pode ser comprovado, mesmo matematicamente. Mas não é convincente.
É tão fácil “provar” que Deus existe como “comprovar” que Ele não existe.
Tudo isto são crenças, ideias. Quando o assunto “Deus” cai nas malhas do intelecto, ficamos presos no “sim” e no “não”. E aí pipocam as crenças. E os crentes de milhões de ideias nos submetemos a duas vertentes principais: a dos que creem que sim; e a dos que acreditam que não. É tudo crente.
Melhor é amar a Deus. É pelo SENTIR e não pela sensação ou pela cogitação que conheceremos a Verdade.
Minha mãe me contou, lá pela década de 70, que ouvira no programa radiofônico da LBV a seguinte sentença: “Sentir é a mais elevada forma de saber” (dito por Alziro Zarur). Isto resolve todo o blá x 3 sobre se há uma Divindade.
Contudo existe um intelecto profundo, que não somente pensa, mas reflete profundamente o que conhece. E se nào consegue tocar a Alma, pelo menos consegue ser tocado por Ela. Aí começa a Filosofia Religiosa. Aí começam o Bhagavad Gita, o Evangelho de Jesus e o Livro dos Espíritos. Mas todas essas bênçãos só surtem efeito se forem validadas pelo sentir.
É melhor meditar, conhecer e amar a Deus.
A evolução existe, porque DEUS, foi o ponto inicial desta evolução. Desde sempre existe o mundo. Quem será esta força inteligente capaz de manter uma lógica em todas as coisas. movimentos de translação, rotação, força gravitacional. A espécie humana evoluiu a partir de uma ameba, mas o que é ou quem é o responsável pelas condições ambientais para que ameba existisse, quem é ou o que é responsável pelo princípio de tudo? Resp. Um princípio Inteligente.
Este é Deus.
DEUS existe e ponto, ELE está no intimo de cada um de nós.
Como pode alguém duvidar se DEUS existe, olhem o infinito , o Sol , a Lua ,as Estrelas as Águas, os Rios os Mares,as Plantas a Terra, quem poderia ter criado tudo isso senão DEUS.
Ainda não nos é dado entender DEUS totalmente, isso depende do grau de evoluçao de cada um.
Pensemos nisso.
Paz, até sempre, Mercedes.
Luan… Seu pensamento inconsequente e totalmente irracional mesmo assim dizendo ser racional… nao olha para as coisas que voce julga ser cientifica como inexplicavel…. claro que existe uma força chamada Deus que deu esse ponta pé inicial para a evoluçao espiritual humana
Não se pode mirar em apenas uma perspectiva de pensamento e dizer convictivamente que a ÚNICA entidade que possa ter criado o mundo é Deus. Pessoas que fazem isso demonstram seu verdadeiro lado irracional, pois não compreendem um assunto visto de diversas perspectivas. Pode até ser que exista uma força supreior sim, mas o que é, ninguém sabe. Mas dizer que é Deus e ponto final não é o mais correto.
Já que dizem que a chance é mínima de existir vida na terra, na verdade acaba-se de achar uma explicação para o por quê de não detectarmos vida em outros planetas (os mais próximos). Se vocês pelo menos calcularem a quantidade de planetas, galáxias, asteróides, etc, no universo, a chance de existir vida em algum planeta será o suficiente para que existam várias civilizações erguidas pelo universo.
Me reservo no direito de não acreditar propriamente em Deus, mas não quer dizer que eu n tenha espiritualidade. Existe SIM uma força superior, só não se sabe o que é nem se pode explicar.
Misturar Religião com Ciência não dá certo, e a história já provou isso. Enquanto “Deus” deve estar no lado sensivel e espiritual de uma pessoa, a razão deve estar no científico.
Apenas um complemento matemático: a chance de vc pega a 1ª moeda é 1 em 10, MAS você ja tirou uma moeda do bolso, OU SEJA, existem apenas 9 moedas, então a chance de vc pegar a moeda nº 2 é de 1 em 9. Isso implica que para pegar essas duas moedas em sequência a chance se torna 1 em 90, e o mesmo acontece para o resto. Concluindo, para pegar 3 moedas em sequencia a chance é de 1 em 720, e para 4 é 1 em 4320. Um simples e trivial problema de análise combinatória… restando que aschance de pegar as 10 moedas em sequência é de 1 em 3.628.800, MUITO superior a de 1 em 10.000.000.000.
A matemática é curiosa, Não?
Nâo for que já foi escrito, se eu tivesse tempo escreveria um livro com o nome de “história da infalível estupidez humana”, querer provar mediante as matemáticas a existência de DEUS, é como querer provar a própria existência do homem MEDIANTE AS MATEMÁTICAS!
Será que poderiamos dizer que 1+2=humano? ou que e/v2=humano; substituíndo no famoso enunciado da lei da relatividade m (massa, ou matéria) por humano, posto que, comprovadamente o humano é matéria, ou massa? E então temos provado matemáticamente que o humano existe? Só que, os que procuram algo no lugar e o tempo onde a lógica indica que não é possível encontrá-lo convem dizer que um macaco, ou um cachorro ou muitos outros animais ou coisas também possuem massa, são materiais, e entâo, com tanta eficiência como MATEMATICAMENTE provamos a existência do humano, também estamos provando a existência de muitos outros assuntos. O que vira bagunça. Confusão.
Então, se o humano não consegue provar MATEMATICAMENTE sequer a sua própria existência, como seria que poderia provar a de DEUS? Que ridiculez!
Quando será que o humano corregirá seus discursos lógicos encaminhando-os pelas vias certas para atingir os resultados certos? Quando será que perceberá que para provar cientificamente algo que verdadeiro, real, ou certo não necessariamente deverá usar-se das matemáticas? As matemáticas são úteis para provar o que é possível provar mediante elas; mas, há outros assuntos que devem usar-se de outros medios de provas. E os medios de prova podem ser diretos, ou indiretos.
Claro, que algo do que nem sabemos qual é sua essencia, se material, se espiritual (e nem saibamos o que esse último termo significa) se é radiação, se é lumínico, magnético ou qualquer outra coisa, com certeza que não será possível de ser provado usando-nos de medios indiretos.
Posto o assunto é cumprido, por aqui deixo isto para meditá-lo.
João Mensageiro de DEUS
“Matematicamente sabemos que:
- a chance de pegar a número um é de um em dez;
- de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100;
- de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante;
- sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso: (…)”
- E é por isso, por exemplo, que no sistema estelar do Sol, apenas a Terra está provida de vida como a conhecemos; porque as chances são mínimas. Segundo outros cálculos matemáticos, a maior parte dos sistemas estelares é circundado por planetas sem vida, pois a probabilidade é pequena.
Gostaria de receber artigos sobre a matematica e as escritura, é possivel?
Assisti uma material sobre a exatidão das medidas descritas nas Escrituras Sagradas, e achei muito interessante.
eu acredito, não pelo que as pessoas dizem , mas por uma experiência que vivenciei, um dia, vocês ateus e agnósticos terão alguma experiência ruim e recorrerão a Deus , e irão sentir que ele existe, não vou discutir matemática, pois não tem haver em nada com o assunto, se trata de crenças, cada um acredita no que quer, alguns acreditam na ciência, eu acredito em Deus
(convenhamos tambem que “a mulher saiu de uma costela masculina” é o cúmulo da ignorância…)
Gostaria de receber perguntas a respeito da existência de um Deus. Tenho pesquisado mais de trinta anos o assunto e me sinto preparado para trocarmos conhecimentos. O próprio estudo aprofundado de física (dentro da lógica) me levou acreditar num criador cósmico. Toda a estrutura do Universo não teria como ser sustentada se não tivesse uma inteligência por detrás atuando. O nada é nada e não tem como ter criado o Universo. A partir do momento que o nada se manifestar,ele deixa de ser o nada e passa a ser alguma coisa manifestante!
“Deus cria a partir do nada. Portanto enquanto o homem não se reduzir a nada, Deus não poderá fazer nada com ele.” Luthero
Arrependei-vos e credes no egelho.
Que Deus vos abençoe.
DEUS EXISTE. ELE É DEUS PORQUE É DEUS E PONTO FINAL. QUEM É O HOMEM LIMITADO PARA QUESTIONAR A EXISTÊNCIA DE DEUS? SE BASTA UM SOPRO E HOMEM NÃO EXISTE MAIS?… EUS CRIAÇÃO DE DEUS, OBRA PRIMA DE SUAS MÃOS FEITO À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA, QUEM QUIZER CREIA QUE VEIO DO MACACO. EU NÃO. E POR QUE OS MACACOS NÃO EVOLUEM PARA SERES HUMANOS? É BOBAGEM.
DEUS PASSOU TRÊS VESES NA MINHA CASA ONTEM, POR ISSO QUE EU ME ALIMENTEI TRÊIS VESES. OBRIGADO MEU DEUS!
se deus nao existe, então somos deuses.
A maior prova da existencia de deus é a inteligencia humana, a capacidade de criar as coisas, pois ele nos criou a sua imagem e semelhaça, nos deu essa capacidade, de voar, de pensar, de imaginar, de criar, de destruir, e contruir etc.
reflitam
A MATEMÁTICA É O ALFABETO QUE DEUS USOU PARA ESCREVER O UNIVERSO-GALILEU GALILEI
Muito boa a tentativa, mas não convence.
Afinal, existem trilhões de planetas por aí e com certeza há muitos na mesma cituação da Terra, então em algum lugar a vida poderia ter ocorrido.
Porém, há uma forma muito simples de provar que Deus existe: peça a Deus que se mostre para você, e, se vc pedir de coração e ele não fizer, eu rasgo a minha bíblia e nunca mais vou à igreja.
Sou crente.
Um abraço.
DEUS EXISTE E PONTO FINAL. NÃO ADINTA QUESTIONAR A EXISTENCIA DE DEUS POIS EU PROVO A EXISTENCIA DELE.
QUEM SE AJUELHAR E ORAR 1 HORA SABERA A VERDADE. E A VERDADE É QUE DEUS EXISTE. E DEPOIS QUE VOCÊS FIZEREM ISSO PODEREMOS DISCUTIR DA EXISTENCIA DE DEUS.
Bom dia, inicialmente, eu gostaria eu gostaria de esclarecer que se a religião, e a ciência, buscam encontrar a verdade, não há mal nenhum em que elas andem juntas. inclusive, a materialização desta realidade, com estas duas forças andando juntas, ao meu ver, fois uma das maiores contribuções trazidas pela doutrina espírita para o nosso planeta. Não podemos confundir os conceitos, ou mesmo, as atitudes de dada religião, ou, pseudo religiosos da antiguidade, com o que seja religião. A RELIGIÃO JAMAIS SE OPÔS À CIÊNCIA.
Na verdade, tanto ciência, como religião, sempre sofreram perseguições por parte de vários homens, mas, agora, é chegado o momento da conciliação, pois o próprio KardeCK esclarece que, qualquer informação e conceito da codificação que venha a ser provadao pela ciência como inveridico, deve ser rechassado, e assim, o espiritismo, tal qual ocorre com a ciência, tem evoluido, conforme nós próprios evoluimos, caminhando de forma cada vez mais próprias, havendo, inclusive, grande número de físicos quanticos a admitirem a existência de Deus, ou, de uma força criadora, (podemos chamá-lo como preferirmos), que estaria a orientar a tudo, em cada detalhe, direcionando a vida para uma evolução e aprimoramento constantes.
Até o que achamos ser destruição, ou aparente fim, na verdade, é movimento de evolução, e criação, tudo atuando de forma harmônica.
É um comportamento científico, buscar as causas, pela análise dos efeitos. ora, a enorme complexidade do universo, e sua harmonia intocável intocável são um efeito visível inquestionável.
Na verdade, quando alguns amigos, fingindo agirem de forma racional e lógica, afirmam que o universo seria obra do acaso, ESTÃO AGINDO POR PURO MEDO, PÂNICO DE CONCEITOS RELIGIOZOS QUE OS OPRIMIRAM EM VIDAS PASSADAS, POIS, APEZAR DE NÃO LEMBRARMOS, OS APRENDIZADOS, VÍCIOS, VIRTUDES E TRAUMAS DE OUTRAS VIDAS, PERMANESCEM CONOSCO, NESTAS.
Ora, ao assim agirem agem como alguém que após uma esplosão de uma caixa cheia de letras, vai ao local, e percebe que elas formaram um verdadeiro livro, com vários conceitos, longos, complexos, e lógicos, e, estas pessoas, assustadas pela grandeza do homem que teria revelado aqueles conceitos, sairia espalhando que tudo aquilo não fora escrito por ninguém, mas, teria sido mera obra do acaso, e que só acreditaria que aquilo foi escrito por alguém, se lhe provassem, AFIRMANDO QUE, SUA POSTURA DE NEGAR, IGUALMENTE SEM PROVAS DE QUE A OBRA NÃO TERIA AUTOR, SERIA UMA POSTURA RACIONAL, MAS, ONDE A RACIONALIDADE EM NEGAR SEM PROVAS DA INEXISTÊNCIA. ALÉM DO QUE, POR ÓBVIO, SE TEMOS A OBRA, NÃO É PRECISO MUITO PARA IMAGINARMOS QUE EXISTE UM AOUTOR, MAS, NA VERDADE, A MAIORIA DOS QUE NEGAM A DEUS, O FAZEM POR MEDO, POR NÃO CONCORDAREM COM ALGUNS ASPÉCTOS DA OBRA, ASPÉCTOS QUE SE FOSSEM VISTOS À LUZ DA REENCARNAÇÃO, E DA LEI DE CAUSAS E EFEITOS, SERIAM MUITO MELHOR COMPREENDIDOS.
Ora, até por uma construção lógica, se antes do universo ser criado, não havia esta força criadora, mantenedora, e direcionadora original, o que existiria? o nada? ora, por lógica, do nada, nada surge. NADA É MAIS LÓGICO QUE ISTO.
MAS, SE ALGO SURGIU, É PORQUE, ALGO ANTES EXISTIA, QUE LHE PROPICIOU O SURGIMENTO, E TODOS TÊM O DIREITO DE CHAMAR ESTE ALGO COMO QUIZEREM, UNS CHAMAM DE DEUS, OUTROS, DE FORÇA CRIADORA, OUTROS DE ARQUITETO UNIVERSAL,MAS, O QUE IMPORTA, É QUE ELE É O CRIADOR, É ALGUMA COISA, MUITO ALÉM DA NOSSA RAZÃO, MAS, QUE NEM POR SITO, NÃO POSSA SER PERCEBIDO POR ELA, OU, PARA OS QUE SE DISPONHAM A ESTA EXPERIÊNCIA, SENTIDO, DE FORMA MAIS VIVA DO QUE OS SENHORES PODEM IMAGINAR, MAS, PARA TANTO, É PRECISO COGITAREM, AO MENOS, A POSSIBILIDADE, E REALIZAREM UM PROCESSO SINCERO E REAL NA BUSCA DESTE SENTIMENTO, UM PROCESSO RACIONAL, RUMO AOS SENTIMENTOS, QUE TUDO IRÃO EXPLICAR.
Aproveito, ainda, para esclarecer que a existência de deus, em nada se opõe à lei da evolução, pois a evolução daas espécies, e todas as leis naturaias, foram criadas por deus, fazem parte de todo o conjunto da sua criação.
PODEMOS ACREDITAR QUE NÃO EXISTEM MILAGRES, OU QUE TUDO É UM MILAGRE.
DEUS NÃO DEROGA AS LEIS NATURAIS, POIS ELAS SÃO PRINCÍPIOS HARMONICOS E PERFEITOS, PORTANTO, IMUTÁVEIS, DA PRÓPRIA CRIAÇÃO, E EXISTEM MUITOS OUTROS PRINCIPIOS AINDA A SEREM DESCOBERTOS, BEM COMO, LOGO, QUANDO MENOS ESPERARMOS, DESCOBRIREMOS QUE NÃO EXISTEM MUNDOS TOTALMENTE DESABITADOS, MAS, AINDA TEMOS MUITO A APRENDER SOBRE O CONCEITO DO QUE SEJA VIA, POIS NEM TODA VIDA TEM QUE SER DE CARBONO, COMO IMAGINAMOS, E AQUI NA TERRA MESMO, JÁ ENCONTRAMOS VIDA EM MEIOS ONDE HÁ POUCO TEMPO IMAGINÁVAMOS NÃO SER VIÁVEL PARA SUA EXISTÊNCIA.
ENFIM, REALMENTE, TEMOS QUE RESPEITAR OS CONCEITOS, MEDOS E LIMITAÇÕES PSICOLÓGICAS E EMOCIONAIS DOS NOSSOS IRMÃOS, BEM COMO, AS NOSSAS, MAS, DIANTE DE TUDO O QUE FALEI, E MUITO MAIS DO QUE JÁ PESQUISEI, POSSO LHE AFIRMAR QUE NÃO ENCONTREI NADA DE LÓGICO QUE PUDESSE ME CONVENCER DE QUE DEUS NÃO EXISTE, MAS, DEVO DIZER, REALMENTE É ASSUSTADOR PARA ALGUNS, IMAGINAR SUA EXISTÊNCIA, MAS, NÃO É POR TERMOS MEDO DE ALGO, QUE VAMOS PASSAR A NEGAR SUA EXISTÊNCIA, ACHO QUE É MUITO MELHOR BUSCARMOS COMPREENDER, DO QUE NEGAR
FIQUEM EM PAZ
“Nada se nos afigura mais inverossímil do que a verdade, no entanto porque prefiramos, por muito tempo, a ilusão em lugar dela a verdade não deixa de ser o que é”…
A paciência da “Natureza” é sublime… Ela nos ensina com carinho de mãe e sabe que não há nada melhor do que a dor pra diminuir nosso grande orgulho e prepotência…
Que existem comprovações científicas feitas por gênios da ciência (como William Crookes, por exemplo), existem.
Interessante registrar que todos os ateus que perderam entes queridos que procurei conhecer,
de repente viraram crentes de alguma forma, de alguma religião… Parece que as leis do materialismo cego não consolam muito quando te comprovam friamente que a criatura que você mais amou pode, de um momento pra outro, virar um monte de vísceras putrefatas, fétidas…
Aos nossos torturados amigos descrentes, mas sérios, que se perguntam com real dúvida, que abandonaram a gabolice empavonada e que desistiram de proclamar com todas as letras as verdades definitivas sobre o que acham que é a vida, as minhas boas recomendações científicas:
Sir. William Crookes – recém comentado pela Revista Galileu
Sir. Alfred Russel Wallace – da teoria da evolução das espécies? Trapaceado por Darwin? How can it be?
Cesare Lombroso
Dellane
Flamarion, etc
Felicidades e bons estudos
Quem tem olhos de ver, enxerga…
A Verdade sempre incomodou… Sempre foi assassinada.
Sir. William Crookes mesmo, depois de comprovar o que intentava destruir foi sutilmente afastado do meio acadêmico científico…
Existe Inquisição sem Igreja, e o bem mais precioso, mais simples e mais buscado é que pode estar sendo mandado para a fogueira…
Os Grandes Homens da Ciencia de Verdade e os Grandes Homens de Humanidade são unanimes:
Humildade
Deus existe?
Há 100 anos, a ciência tinha certeza de que descobriria sozinha os mistérios do universo. Hoje, ela busca na religião respostas para grandes questões.
Existe uma luz no fim do túnel? Eu sinceramente espero que sim. Afinal, faz várias semanas – meses talvez – que estou perdido nesse labirinto escuro.
Eu não sei o que fiz para merecer tamanho castigo. De todos os trabalhos que poderiam me dar nesta vida de jornalista, não deve ter abacaxi mais cascudo que esse: uma reportagem sobre Deus… e justo numa revista científica!
Mecânica quântica e matemática do caos a gente até entende – com a ajuda de um bom professor, claro. Deus é outra história. É o infinito imponderável: aquilo que não dá para se pensar nem imaginar. É o infinito inefável: aquilo que não dá para se falar. Ou pelo menos essa é a maneira mais segura de abordar – e encerrar – o assunto sem cair no ridículo nem ofender ninguém.
Mas são os próprios cientistas que não param de falar em Deus. Os últimos dez anos em especial viram nascer um novo filão literário dedicado a discutir o Divino – aquele mesmo, um Criador Onipotente e Onisciente! – à luz da física e da matemática, da química e da biologia.
O culpado, ao que tudo indica, é o físico inglês Stephen Hawking, ocupante da cadeira que foi de Isaac Newton na ultra-prestigiosa Universidade de Cambridge e um dos principais teóricos dos buracos negros. Hawking, todo mundo sabe, realizou um milagre digno do Grande Arquiteto Celestial ao vender mais de dez milhões de cópias de um tratado de cosmologia e astrofísica, denso o suficiente para fritar o cérebro do público leigo. Publicado em 1988, Uma Breve História do Tempo tornou-se o mais inesperado best seller da história e até filme virou – não sem antes deixar no ar, bem no parágrafo final, uma sedutora insinuação de casamento entre ciência e religião:
“Se chegarmos a uma teoria completa, com o tempo esta deveria ser compreensível para todos e não só para um pequeno grupo de cientistas. Então, todo mundo poderia tomar parte na discussão sobre por que nós e o Universo existimos… Nesse momento, conheceríamos a mente de Deus.”
Aviso importante: Hawking nunca se declarou religioso e usa essa idéia mais como uma frase de efeito, uma metáfora do conhecimento total do Universo. Mas não demorou para outro cientista inglês do alto escalão, o físico Paul Davies, extrair todo um livro – e mais um sucesso comercial de arromba! – levando ao pé da letra as palavras do colega. Acolhido com uma chuva de prêmios destinados à divulgação científica, A Mente de Deus (1992) passa em revista a história da ciência e da filosofia para afirmar, com convicção, que tudo no cosmo revela intenção e consciência. Como o próprio Davies resumiu em uma entrevista: “Acredito que as leis da natureza são engenhosas e criativas, facilitando o desenvolvimento da riqueza e da diversidade na natureza. A vida é apenas um aspecto disso. A consciência é outro. Um ateu pode aceitar essas leis como um fato bruto, mas para mim elas sugerem algo mais profundo e intencional.”
Estava dada a deixa para uma verdadeira enxurrada de físicos-teólogos atacar o assunto em dezenas de publicações semelhantes, como Ian Barbour, Arthur Peacocke, Hugh Ross, Frank Tipler e Gerald Schroeder. Dessa turma, o mais ativo é o também inglês John Polkinghorne, colega de Hawking no departamento de Física de Cambridge, que – depois de 25 anos de carreira acadêmica brilhante – largou tudo para se ordenar pastor anglicano e escrever seus livros de “cristianismo quântico”.
“Eu não abandonei a física porque estava desiludido com ela, muito pelo contrário: continuo acompanhando o assunto com o máximo interesse. Só não faço mais pesquisa científica. Mas boa parte dos meus livros consiste em ensinar física quântica aos leigos”, disse ele à SUPER. “Acredito que precisamos de ambas as perspectivas, a científica e a religiosa, para compreender esse mundo admirável em que vivemos.”
Alguma transformação radical deve ter ocorrido para que a crença em Deus, assunto que havia se tornado tabu em laboratórios e universidades, renascesse com tanta força. Cem anos atrás, a ciência se projetava como a própria imagem do progresso e da civilização: decifrar todos os mistérios da natureza era só uma questão de tempo. Era como se estivéssemos em um trem, atravessando planícies ensolaradas, com uma visão cada vez mais ampla de tudo que nos cercava. Nós mesmos havíamos nos tornado os senhores do universo. Ninguém necessitava mais de fantasias como “providência divina”. Conceitos desse tipo – e entidades sobrenaturais em geral – passaram a ser considerado ou uma infantilização neurótica (Freud) ou um meio das classes dominantes subjugarem os pobres e oprimidos (Nietzche e Marx).
De repente, sumiram de vista as planícies, a luz do sol e os próprios trilhos do trem. Um terremoto, depois outro, haviam nos atirado dentro de um túnel escuro, onde as velhas certezas voltavam a se converter em mistérios. Esses dois cataclismas eram justamente a física quântica e a matemática do caos.
“Ambas teorias mostravam que existe uma imprevisibilidade inevitável espalhada por toda a natureza. Não acho que isso deva ser interpretado como uma infeliz ignorância de nossa parte e sim como sinal de que os processos físicos são muito mais abertos do que a mecânica de Newton sugeria. Quando falo ‘abertos’, estou querendo dizer que existem outros princípios causais em ação, acima e além das trocas de energia que a física descreve”, afirma Polkinghorne.
O físico brasileiro Ricardo Galvão, da Universidade de São Paulo – que se diz “bastante religioso” – completa o quadro: “A partir das equações da mecânica de Newton e da teoria do eletromagnetismo de Maxwell, a ciência clássica dava a impressão de que, conhecendo essas leis matemáticas, conseguiríamos descrever todo o Universo. É o que se chama de conceito determinístico, segundo o qual se acreditava que, conhecendo as condições iniciais de um evento ou sistema, poderíamos prever toda sua evolução futura. Mas já no final do século passado, o matemático e físico francês Henri Poincaré (1854-1912) tocou no problema de que essas condições iniciais nunca são bem conhecidas. Ele mostrou que mesmo a mecânica de Newton não era determinística no sentido que se pensava. Aí, veio a mecânica quântica e introduziu o conceito de que é impossível se conhecer simultaneamente a posição e o movimento de uma partícula. Esse é o Princípio da Incerteza de Heisenberg, que realmente derrubou aquela atitude científica do tipo ‘conhecemos tudo e podemos prever o futuro’ “.
Foi justamente o Princípio da Incerteza que fez Einstein soltar, em protesto, sua frase mais famosa: “Deus não joga dados!”. A imprevisibilidade quântica era demais para ele aceitar. Einstein, como se sabe, falava o tempo todo em Deus – até o dia em que o encostaram na parede e perguntaram se ele acreditava mesmo no Dito Cujo. “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia e na ordem da natureza, não em um Deus que se preocupa com os destinos e as ações dos seres humanos”, respondeu o criador da teoria da relatividade, citando o filósofo holandês do século XVII para quem Deus e o Universo seriam a mesma “substância”. Tal entidade, para Spinoza, só poderia ser acessível à mente humana em dois de seus infinitos atributos: o pensamento consciente e o mundo das coisas materiais.
A definição de Einstein decepcionou muita gente – John Polkinghorne, inclusive – por excluir o que costuma se chamar de “Deus pessoal”. Assim, até um ateu convicto como Carl Sagan aceita a divindade. “A idéia de Deus como um gigante barbudo de pele branca, sentado no Céu, é ridícula. Mas se, com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que rege o Universo, então claramente existe um Deus. Só que é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade!”, disse o famoso astrônomo americano.
Sagan foi um dos raros cientistas a se declarar ateu. A grande maioria prefere o termo “agnóstico”, criado em 1869 pelo biólogo inglês Thomas Huxley – apelidado “buldogue de Darwin” pela sua incansável defesa da teoria da evolução em um dos maiores conflitos da história entre ciência e religião. Há uma grande diferença entre as duas posições: dizer-se ateu é recusar a existência de um Deus, enquanto o agnóstico (“sem conhecimento”, em grego) admite que nada sabe sobre dimensões sobrenaturais no Universo – e que o mais provável é que seja impossível superar tal ignorância. É essa combinação exemplar de humildade e a diplomacia – nada a ver com o cão-de-guarda que usaram para batizar Huxley! – que define até hoje a postura de quase todos os cientistas não-religiosos.
Mesmo assim, o americano Allan Sandage – um dos astrônomos mais respeitados mundialmente, hoje com 74 anos – considerava-se ateu com todas as letras, até os 50 anos. Sua conversão ao cristianismo veio de repente, provocada pelo “simples desespero de não conseguir responder só com a razão perguntas como ‘por que existe algo ao invés de nada?’.”
“Foi o meu trabalho que me levou à conclusão de que o mundo é muito mais complicado do que pode ser explicado pela ciência. Só através do sobrenatural consigo entender o mistério da existência”, afirma ele. “A ciência torna explícita a incrível ordem natural, as interconexões em vários níveis entre as leis da física e as reações químicas encontradas nos processos biológicos da vida. Por que será que os elétrons têm todos a mesma carga e a mesma massa? A ciência só pode responder questões bem específicas, do tipo ‘o que?’, ‘quando?’ e ‘como?’. O seu método de investigação, por mais poderoso que seja, não pode responder ao ‘por que?’.”
Enxergar Deus na inteligência com que a natureza se organiza – manifesta através de leis matemáticas – não é só a porta de entrada da religião para contemporâneos como Sandage e John Polkinghorne, como uma tradição que vem desde a própria a raiz do conhecimento científico. Nem o ateísmo confesso de Bertrand Russell – lógico, matemático e filósofo reconhecido como um dos pensadores mais brilhantes do século XX – o impediu de valorizar essa linha peculiar de devoção: “A combinação de matemática e teologia, que começou com Pitágoras, caracterizou a a filosofia religiosa na Grécia Antiga, na Idade Média e chegou à modernidade com Kant. Tanto em Platão como em Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Descartes, Spinoza e Leibniz há essa ligação íntima entre religião e razão, entre aspiração moral e admiração lógica do que é atemporal.”
Para quem compartilha desse espírito pitágorico, o melhor retrato de Deus já não está nas pinturas de Miguelângelo e sim nas fractais – aquelas imagens geradas por equações matemáticas que estão entre as mais incríveis descobertas relacionadas à teoria do caos. Essa nova geometria, até então oculta na natureza, apareceu – entre as décadas de 60 e 70 – tanto nos estudos de variações climáticas realizadas pelo metereologista Edward Lorenz, quanto nas estatísticas visualizadas em computador pelo matemático Benoit Mandelbrot. O que as fractais tanto mostram que, para alguns, adquire um caráter de revelação divina? Que processos aparentemente irregulares como a ramificação de uma árvore, ou o recorte de uma costa marinha, seguem um desenho-padrão que, por sua vez, obedece uma fórmula matemática.
Mais ou menos na mesma época – começo dos anos 70 – um jovem físico chamado Fritjof Capra estava sentado na praia quando teve uma espécie de êxtase místico, provocado pela visão das ondas em sincronia com sua respiração. O resultado dessa sua experiência está em O Tao da Física, best seller que, apesar de desprezado pela comunidade científica, ajudou a lançar o movimento new age, explorando paralelos entre a física quântica e as principais religiões orientais: hinduísmo, budismo e taoísmo. Não faltam no livro citações dos próprios Werner Heisenberg e Niels Bohr – dois dos pais da mecânica quântica – sobre as afinidades entre suas descobertas e a visão de mundo contida nestas tradições religiosas.
O conceito chinês do tao, destacado no título do livro – algo como fluxo ou ritmo universal – não espelha apenas a “dança cósmica” que Capra vê na física quântica. Pode igualmente ser associado aos padrões da natureza revelados nas fractais. Mas sua inspiração inicial mostra uma das principais limitações da ciência nesse tipo de comparação: ela não pode depender de experiências pessoais e instranferíveis, como o transe de Capra à beira-mar. O físico Guimarães Ferreira, da Unicamp – outro cientista brasileiro religioso – acredita que esse é um bom motivo para não se misturar as duas coisas: “Deus é um Ser que gosta de ser pessoal”, diz ele. “É muito mais fácil encontrá-lo em nossas experiências de vida do que no laboratório. O maior pensador do mundo ocidental, Santo Agostinho, já dizia que é mais fácil achar Deus dentro de si do que no mundo exterior.”
No outro extremo está o físico Frank Tipler, crente de que a ciência pode – e deve – ser utilizada para provar a existência de Deus, como princípio criador, organizador, onisciente, onipotente etc, como rezam as escrituras. Tipler escreveu todo um livro, The Physics of Immortality (1994), apresentando a versão mais radical de uma visão compartilhada com mais cautela por John Polkinghorne, Paul Davies e os cientistas que apóiam o chamado princípio antrópico – a mais surpreendente teoria dos últimos tempos. Para eles, o modo como o caos espontaneamente gera ordem e todo o cosmo parece conspirar a favor da existência de vida revela atributos divinos como consciência e intenção. A vida, assim, deve ser vista como nada menos que um milagre; e a vida consciente, um milagre maior ainda. O princípio antrópico postula que o Universo foi criado da maneira que nós o percebemos justamente para ser observado por criaturas inteligentes (nós mesmos!) e que é nossa conciência que seleciona uma realidade entre todas as probabilidades quânticas. Não custa lembrar que Brandon Carter, que apresentou pela primeira vez o princípio antrópico em 1973, não é nenhum guru aloprado e sim um cientista respeitadíssimo entre seus pares por suas pesquisas na linha-de-frente da nova física.
Tem mais: a teoria mais aceita para explicar a origem do Universo – a explosão de uma bola de energia – também vale para esses estudiosos como sinal de uma criação intencional e inteligente. Como diz o próprio astrônomo que batizou essa teoria de Big Bang, o inglês Fred Hoyle: “Uma explosão num depósito de ferro velho não faz com que pedaços de metal se juntem numa máquina útil e funcional!”
E o que teria existido, então, antes do Big Bang? Os físicos são unânimes em dizer que é impossível saber. Enquanto houver mistérios intransponíveis para a mente humana, idéias de divindade não só sobrevivem, como proliferam – e até são atualizadas cientificamente. Quando Stephen Hawking fala de uma “teoria completa” que nos permitiria conhecer a “mente de Deus”, está se referindo à busca principal da física no século XX: um modelo que unifique a teoria da relatividade, que explica o movimento dos corpos celestes, e a mecânica quântica, que descreve o outro extremo: energia e matéria no nível subatômico. Aqui reside um dos mais chocantes enigmas quânticos: ondas de energia podem se comportar como partículas de matéria e vice-versa.
A própria mente humana – acreditam psiquiatras, neurologistas e companhia – guarda talvez mais mistérios que o Universo lá fora. Como afirma o físico brasileiro Newton Bernardes, da Unicamp, sem nenhuma crença religiosa: “A ciência depende da linguagem. A religião, não. Ela está no campo do indizível e aí temos que abandonar a razão: só resta a fé. Mas pode existir, sim, conhecimento sem linguagem. Essa é uma limitação da ciência.”
Enquanto isso, no Instituto de Física Aplicada da USP, Ricardo Galvão pondera a localização exata de um conhecimento sem linguagem: a criatividade, presente tanto nas artes como na ciência mais exata. “A própria teoria da relatividade, é difícil imaginar como o Einstein chegou a ela – não foi por dedução. Idéias científicas precisam ser formuladas matematicamente, mas na hora surgem muitas vezes de um estalo.” E de onde, então, vêm essas magias chamadas intuição e inspiração? Existem hipóteses, é claro, como o inconsciente de Freud. Mas, por enquanto, só Deus sabe!
ja.lemos@abril.com.br
Frases
Há uma intenção na criação do Universo? Muitos cientistas acham que sim
A mente humana talvez contenha mais mistérios que o próprio Universo
Para saber mais
Na livraria: Deus e a Ciência (Dieu et la Science) Jean Guitton, Nova Fronteira, 1991
Deus e a Ciência (Dieu Face à la Science)
Claude Allègre, Edusc, 1997
A Mente de Deus (The Mind of God: The Scientific Basis for a Rational World)
Paul Davies, Ediouro, 1992
O Tao da Física (The Tao of Physics)
Fritjof Capra, Cultrix, 1975
Espaço-Tempo e Além (Space-Time and Beyond)
Bob Toben e Fred Alan Wolf, Cultrix, 1982
Belief in God in an Age of Science
John Polkinghorne, Yale University Press, 1998
When Science Meets Religion
Ian G. Barbour, Harper San Francisco, 2000
How We Believe – The Search for God in na Age of Science
Michael Shermer, W. H. Freeman & Co., 2000
Que texto tolo. Que vergonha alguém se chamar de cientista e demonstrar tão pouca habilidade analítica.
Primeiro: A probabilidade está calculada errada, como outro comentário já apontou. Como pode um cientista errar isso? A chance não é 10^10 mas sim 10 fatorial (10*9*8*7…). Probabilidade elementar. Primeiro ou segundo capítulo de qualquer livro sobre estatística.
Segundo: A linha de argumento é falaciosa. Ou seja, errada. Quando ele diz “se (a terra) girasse 100 milhas por hora (…) queimaria nossa vegetação de dia (…)” ele está falando uma outra tolice.
Nos climas frios, quando chove e água enche buracos no asfalto da rua, de madrugada frequentemente aquela água congela e vira um bloco de gelo. Se você tirar aquela pedra de gelo e colocar de novo no buraco vai ver que ela se encaixa direitinho. Mas, que coisa, se o buraco fosse só um pouco mais torto, mas raso, mais fundo, a pedra de gelo não se encaixaria! Portanto provamos o quê? Provamos que a água congelada tem o formato da poça onde ela surgiu, e que não caberia em outra poça!
Duh.
Deus é matematica.
Tudo na vida, gera numeros, equações e calculos.
Não ha nada neste mundo, ou em qualquer outro mundo que não possa ser demonstrado pela matematica.
Não existe um todo, é infinito, a matematica é eterna, pois Deus é eterno.
São diversas as especulações acerca da existencia de Deus em controversia com a ciencia. Verdadeiramente eu digo que Deus é o criador de todas as coisas, inclusive da(s) ciência(s). Como se diz em Joao 12:38: “quem creu na nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?”. Ainda que o Senhor envie algum supra-sumo da ciencia e testifique, matematicamente, fisicamente, historicamente, etc etc, a existência de Deus, a humanidade estará cega para acreditar.
Eu prefiro estar do lado do Senhor que a tudo criou, sem duvidar, sem pestanejar (e por Ele dou a minha vida se possivel), porque para mim, já bastam as diversas provas de que Ele tem me dado do seu companheirismo e fidelidade.
Ninguem jamais viu a Deus, mas cada um pode sentir se clamar, se se permitir o Espírito de Deus agirá e só então poderá dizer… E só entao podera conclujir que à mentalidade humana, limítrofe, é impossível se compreender a origem de alguem tão avassaladoramente gigante.
olha só esperto, tua tentativa de reduzir as chances no caso das moedas é valida, mas e se Deus te colocar a prova e alguém trancar a pessoa que você ama em gaiola de ferro na praia onde a maré sobe por intercessão da lua, lembrando que essa é apenas uma em bilhões de criações de DEUS; qual seria as chances de você pegar a a chave que foi jogada dentro do cesto com dez víboras peçonhentas sem ser picado antes que a maré o derrote?
se você não acredita em milagres acho bom rever conceitos ou ira passar a vida toda tentando descobrir quem é 99999999.
quer a resposta?
simples, rapida e objetiva, so vou pegar alguns exemplos:
- Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.
-seriamos adaptados a outro tipo de ar
- Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
-seriamos adaptado, nao seriamos o mesmo, O SER HUMANO NAO É O CENTRO DO UNIVERSO, qualquer particula que fosse diferente milenios atras faria tudo diferente, isto explica (:
Discutir uma coisa que é indiscutível é bobagem……
Se para você Deus existe, pois bem, coloque em prática seus ensinamentos, seja uma boa pessoa, faça o bem para seu próximo, e será recompensado um dia.
Se para você Deus não existe, faça o que sua consciencia mandar, ainda assim pratique o bem.
Eu acredito que somos muito limitados em nossos pensamentos, mesmo se pudessemos juntar todos os pensadores da historia, físicos, matematicos, cientistas de todas as áreas, nenhum provaria a existencia de Deus.