Evangelhos Apócrifos – Revelações excluídas da Bíblia
Palestra na Livraria Cultura vai explicar a origem e o conteúdo dos Evangelhos apócrifos, não reconhecidos pela Igreja Católica e excluídos da Bíblia.
No próximo dia 19 de junho, sexta-feira, a partir das 19 horas, por iniciativa da Petit Editora, a Livraria Cultura vai apresentar a palestra “Os Evangelhos apócrifos”, de Gilvanize Balbino Pereira, médium que psicografou o livro “Verdades que o tempo não apaga”, portador de revelações sobre o tema.
A palavra “apócrifo” é originária do grego apokryphos e significa oculto. O termo é utilizado para classificar os Evangelhos que a Igreja não incluiu na Bíblia. A origem da exclusão reporta ao ano de 367 d.C., quando o bispo Atanásio de Alexandria ordenou a destruição de inúmeros manuscritos, os quais, de acordo com o Concílio de Nicéia, realizado em 325 d.C., não eram merecedores de crédito por se tratar de relatos fantasiosos que contradiziam os dogmas do Catolicismo.
Em virtude do valor histórico desses apócrifos, os religiosos, que detinham sua posse, não cumpriram a determinação do bispo. Com a intenção de preservá-los, enterraram-nos nas margens do rio Nilo, no sopé do penhasco Djebel El-Tarif. Em 1945, urnas de argila contendo mais de mil páginas de papiro – com inscrições em copta, antigo idioma egípcio – foram descobertas por jovens que residiam na aldeia de El-Kasr.
O conjunto desses códices – pergaminhos enrolados – foram denominados Bíblia de Nag Hammadi, nome da localidade onde foram encontrados. Até então, os apócrifos eram conhecidos apenas por serem citados.
Manuscritos do Mar Morto
No ano de 1947, nas grutas de Qumran, no Mar Morto, dois pastores encontraram rolos de papiros escritos em hebraico. A descoberta despertou grande repercussão: os escritos ficaram conhecidos como os “Manuscritos do Mar Morto”. Parte deles é compatível e outra contraditória com a Bíblia. Na mesma época, encontraram-se, em outras grutas da região, apócrifos escritos em aramaico e grego. Em 1955, nessa mesma localidade, foram descobertos papiros escritos em grego, produzidos antes do nascimento de Jesus – os mais antigos dos quais se tem notícia.
Entre os temas polêmicos mencionados nos Evangelhos apócrifos estão referências à reencarnação, a pluralidade das existências, que, segundo evidências históricas, foi declarada heresia durante a realização do 5° Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C. na cidade de Istambul, na Turquia.
No livro Verdades que o tempo não apaga – dos Espíritos Ferdinando, Tiago e Bernard, psicografado por Gilvanize Balbino Pereira – encontram-se trechos dos Evangelhos apócrifos que mencionam a reencarnação: “Se fôssemos filhos de uma única existência seríamos tais quais as árvores desnutridas (…) que perdem suas seivas em virtudes de serem podadas e, consequentemente, não suportando a poda morrem sem esperança e se olvidam que podem produzir seus brotos e reiniciar mais um ciclo de sua vida”, palavras atribuídas a Jesus pelo apóstolo André em seu Evangelho.
Verdades que o tempo não apaga menciona outro apócrifo, cuja autoria é de Bartolomeu. Refere-se, igualmente, aos esclarecimentos de Jesus quanto às existências sucessivas: “Ninguém está isento da morte ou de nascer de novo. Meu pai, que é bondoso e pleno em compaixão, permitiu que seus filhos que já viveram outras vidas, retornassem à Terra para novas experiências que lhes trouxessem mais sabedoria”.
A palestrante
A médium Gilvanize Balbino Pereira, que vai ministrar a palestra sobre os apócrifos na Livraria Cultura, recordou a época em que surgiu seu interesse pelo tema: “Meu primeiro contato com os Evangelhos excluídos do Novo Testamento foi no ano de 2002 quando revisava um livro que psicografei sobre os escritos de Bartolomeu. Posteriormente, em São Paulo, visitei uma exposição sobre os manuscritos do Mar Morto, ocasião em que conheci algumas das obras históricas mencionadas no livro ‘Verdades que o tempo não apaga’”.
Para entender melhor a importância dos Evangelhos apócrifos, sua origem e conteúdo, participe do evento. Depois da palestra, Gilvanize Balbino Pereira, que é médium espírita e estudiosa do tema, responderá perguntas dos participantes.
Programa – 19 de junho 2009, sexta-feira
19h – Abertura do evento, com Afonso Moreira Jr.
19h15 – Palestra “Os Evangelhos apócrifos”, com Gilvanize Balbino Pereira
20h30 – Espaço para perguntas dos participantes do evento
21h30 – Encerramento
Local
Livraria Cultura
Shopping Bourbon Pompéia
Rua Turiassú, 2.100 (Pompéia), loja 211 (3° piso), próxima da estação Barra Funda do Metrô. CEP 05005-900 – São Paulo – SP.
Inscrições gratuitas e informações
evangelhos@petit.com.br
Iniciativa
Butterfly Editora
Apoio
Livraria Cultura
Gpec Educação e Cultura
Farmácia Planeta Azul
Fonte: Jornal dos Espíritos
Comentários
8 comentários para “Evangelhos Apócrifos – Revelações excluídas da Bíblia”
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Foi Filmado essa palestra ?
Tem como Adquirir ?
Oi Jorge. A palestra ainda não aconteceu, será em junho. Eu estarei presente, se conseguir capturar o áudio satisfatoriamente, disponibilizarei para todos.
Paz.
Oba!!!!!!
Valeu !! Obrigado
Não acredito que perdi esta paletra!! estou muito interessado neste assunto… Vc conseguiu gravar o audio?? Obrigado!!
Luís e demais colegas, infelizmente não conseguimos gravar, ficamos longe dos palestrantes, realmente uma pena. Mas o Marcelo está vendo com amigos que compareceram ao evento, vamos aguardar…
Abraço!
Certo, estou acompanhando… De qualquer sorte, Paulo, seria de grande valia se você desse, ao menos, suas impressões sobre a palestra! :)
gostaria de opôr a minha indiginação a igreja que diz ser de Deus mas na verdade é escura e sobria. padres pedofilos é homossexuais. que são pessoas humanas, os apócrifos só não foi canonizado pela essas igrejas mas é da mesma origem é epoca a qual dos evangelhos canonizados. sabe porque porquê nos apócrifos fala também do jesus humano é no ritual da igreja dos pecadores falam dele só como divino. jesus também humano sua companheira era maria madalena a qual quando foi crusificado no linheiro é não numa cruz,maria madalena estava gravida dele e sua filha se chamava sara a qual e o verdadeiro grau uma mulher e não esses pecadores.TEOLOGO,ESPECIALISTA NO ENSINO RELIGIOSO.francisco anderson costa siqueira.