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Programa Transição, 13.06.10 – Nossos Pensamentos, com Suely Caldas Schubert
Programa Transição – A Visão Espírita para um Novo Tempo, transmitido pela Rede TV aos domingos, 15h15.
Exibido: 13.06.2010
Convidado: Suely Caldas Schubert
Tema: Nossos Pensamentos
Apresentação: Guiomar Sant’Anna
Parte 1
Programa Transição, 06.06.10 – Curas Espirituais, com João Berbel
Programa Transição – A Visão Espírita para um Novo Tempo, transmitido pela Rede TV aos domingos, 15h15.
Exibido: 06.06.2010
Convidado: João Berbel
Tema: Curas Espirituais
Apresentação: Del Mar Franco
Parte 1
O Consolador e o Espiritismo
José Reis Chaves
Há uma grande confusão sobre o Espírito Santo nos meios católicos carismáticos e evangélicos fundamentalistas. O Consolador e o Espírito da Verdade, Advogado nosso e Paráclito (João 14, 16 e 17) são outros nomes para Ele.
Esses segmentos religiosos admitem também que seja o próprio Jesus o espírito que se comunica com eles. Mas não pode ser sempre o Mestre que se lhes manifesta, pois Ele disse que pediria ao Pai que nos enviasse o Consolador em seu nome (João 14, 26). E afirmou também que Ele mesmo no-Lo enviaria (João 15, 26). Ora, quem envia não pode ser o mesmo enviado. Sabemos também que o que envia é maior do que o enviado. Ademais, o Concílio Ecumênico de Lion (1274) confirmou isso, com a Doutrina do “Filioque”, estabelecendo que o Espírito Santo é derivado do Pai e de Jesus Cristo, doutrina essa rejeitada pela Igreja Ortodoxa Oriental e outras. E o Nazareno ensinou que o Espírito da Verdade ou o Consolador não falaria por si mesmo, mas falaria sobre o que tivesse ouvido (16, 13). Logo, se Ele é inferior ao Mestre, se falaria o que ouviu, isto é, o que aprendeu, Ele não pode ser Deus, como o ensinam as teologias eclesiásticas tradicionais. E tanto pelo Velho, como pelo Novo Testamento, o Espírito Santo habita em nós. Ele é, pois, o nosso próprio espírito ou alma, a centelha divina ou espírito criado à imagem do Pai. Porém, alguns teólogos, por serem essas verdades bíblicas ensinadas também pelas escrituras sagradas orientais, costumam inventar, às vezes, idéias fantasiosas a respeito disso. Mas, como se diz, “acredite quem quiser!”
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Programa Transição, 30.05.10 – Família, com Adão Nonato
Programa Transição – A Visão Espírita para um Novo Tempo, transmitido pela Rede TV aos domingos, 15h15.
Exibido: 30.05.2010
Convidado: Adão Nonato
Tema: Família
Apresentação: Orson Peter Carrara
Parte 1
Espiritismo, coisa do demônio?
Alkíndar de Oliveira
Sou espírita. Respeito todas as religiões que têm Deus como o Pai maior. Vejo os integrantes das demais religiões como diletos irmãos. Nem poderia ser diferente. Se somos filhos do mesmo Deus por que o fato de professarmos diferentes religiões impediria vermo-nos como irmãos?
E como irmão do caro leitor, aproveito desta oportunidade para trazer à tona alguns conceitos – ou preconceitos – equivocados em relação ao espiritismo.
Caro irmão-leitor, não tenho o intuito de convertê-lo ao espiritismo. Se você se encontrou no catolicismo ou no protestantismo para que mudar de religião?
Nós, espíritas, muito valorizamos o catolicismo. Podemos dizer que o catolicismo é a religião-mãe. Se não fossem a força, a coragem, a fé e a determinação dos primeiros católicos as palavras do nosso Mestre Jesus não teria chegado aos nossos dias. A humanidade muito deve ao catolicismo.
Também respeitamos e valorizamos o protestantismo. Quando o homem ficou mais preocupado com a religião externa, isto é, mais valorizava a forma do que o conteúdo, foi o protestantismo que chacoalhou uma situação de inércia e reavivou as palavras do Mestre.
Mas por que alguns – não todos – católicos e protestantes, nossos diletos irmãos, insistem em dizer que “o espiritismo é coisa do demônio”?
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Como o Espiritismo vê a questão da Pedofilia
Marcos Paterra
Compreende-se por Abuso Sexual de Menores o ato através do qual um adulto obriga ou persuade um (a) menor a realizar uma atividade sexual inapropriada à sua idade; O abuso pode se apresentar de várias formas, entre elas estão o exibicionismo, carícias inapropriadas, violação, incesto, telefonemas obscenos, uso de crianças em fotografias pornográficas e a prostituição infantil.
A criança que é sexualmente abusada cria sentimentos de medo, vergonha, perda da confiança em pessoas do mesmo sexo do abusador, sentimentos de culpabilidade, baixa auto-estima, para além de mais tarde poder vir a sofrer de depressão e ansiedade, mas se o abusador for um familiar a angústia ainda é maior, no entanto existem diferenças quanto às consequências do abuso entre rapazes e raparigas. Segundo a Organização Mundial de Saúde se as vítimas forem rapazes, então existe uma probabilidade de se tornarem agressores, podendo repetir os mesmos comportamentos a que foram sujeitos, “[…] uma grande percentagem de abusadores afirmam também já terem sido vítimas.” (Salter, 2003).
Ocorrem dois tipos de consequências: as consequências a curto prazo e a longo prazo. As primeiras passam por medos, desconfianças, agressividade, baixa auto–estima, precocidade de comportamentos sexuais, lesões físicas, gravidez não desejada, doenças sexualmente transmissíveis e normalmente insucesso escolar.
Já as segundas são depressão, idéias suicidas, dificuldade em estabelecer relações íntimas, hostilidade, disfunções sexuais, imagens obsessivas do abuso, toxica-dependência, delinquência, prostituição e outras. Normalmente a vítima mantém o silêncio. Os pais ou outras pessoas em que a criança confie devem estar atentos aos comportamentos da criança, e devem demonstrar que acreditam nela, mas se lhe fizerem perguntas direcionadas ao abuso esta pode contar o sucedido.
Muitos se perguntam como o espiritismo vê a pedofilia?
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Programa Transição, 23.05.10 – Perguntas enviadas pelos telespectadores, com Divaldo Pereira Franco
Programa Transição – A Visão Espírita para um Novo Tempo, transmitido pela Rede TV aos domingos, 15h15.
Exibido: 23.05.2010
Convidado: Divaldo Pereira Franco
Tema: Perguntas enviadas pelos telespectadores
Apresentação: Mário Mas
Parte 1
Cantora Ana Ariel homenageia o centenário de Chico Xavier
Em comemoração ao centenário de Chico Xavier, celebrado em 2010, a cantora Ana Ariel lançou o CD “Chico Xavier 100 anos En-Cantando Deus“.
O repertório inclui músicas inéditas que homenageiam o mineiro do século, além de outras canções que falam sobre a busca da fé.
Esse é o terceiro trabalho musical da cantora dedicado ao médium brasileiro. O primeiro, “En-cantando Deus”, lançado em 1996, foi concebido a beira da janelinha do médium, quando ele estava com 87 anos e passava por um período de restabelecimento de sua saúde após ser internado. O segundo CD “Fé e Luz” foi lançado em 2001 pela gravadora Abril Music.
Clique para visualizar em tamanho maior.O novo CD tem o selo da editora da AMIC- Associação Amigos da Criança, uma reconhecida instituição de Campinas, que desenvolve desde 1990 um importante trabalho de combate à fome e a inclusão social no 2º maior assentamento da América Latina (Parque Oziel/Monte Cristo – Campinas/SP).
Acompanhando o lançamento, palestras e apresentações musicais serão realizadas ao longo do ano pelo grupo, como o Congresso Espírita Brasileiro (Brasília/DF); Encontro Amigos de Chico Xavier (Uberaba/MG); Encontro Amigos da Boa Nova (São Paulo) e Congresso Mundial Espírita (Espanha), entre outros eventos importantes. O grupo também tem programado para o mês de maio uma série de apresentações nos EUA.
Mas não é a primeira vez que a cantora se apresenta em outros países, participou de duas edições do Congresso Mundial Espírita, França e Colômbia, representando a voz jovem do espiritismo no exterior e da Rede Boa Nova de Rádio, na qual possui um programa semanal há 8 anos, o primeiro programa destinado ao público jovem – “Quem Sou Eu”.
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NÃO é Espiritismo: Ramatis, Pietro Ubaldi, Roustaing e Edgard Armond
Por Cirso Santiago
Ramatis, Pietro Ubaldi, Roustaing e Edgard Armond há muito tempo estão na berlinda e seus críticos já dissecaram suas obras de cabo a rabo. Considerei que o que já foi dito bastasse para o público compreender os equívocos que esses escritores cometeram em relação à Doutrina Espírita.
Todavia numa roda de amigos, em que falávamos sobre Espiritismo, veio à baila esses personagens e fiz rápida explanação sobre as trajetórias deles pelo movimento espírita brasileiro. E qual não foi a minha surpresa quando um companheiro, com boa bagagem de conhecimento doutrinário me disse: “Agora, sim, estou entendendo certas críticas referentes a essas figuras. Creio que o grosso do movimento espírita fica um tanto confuso diante das críticas que se fazem a eles porque não os conhecem de uma maneira mais global. Por que você não escreve sobre esse assunto?”.
- Não escrevo, porque não me acho capaz de fazer um trabalho melhor do que aquilo que já está na praça! Foi o que eu disse ao meu interlocutor, procurando eximir-me de tão difícil tarefa. E ele me deu o cheque-mate:
- “Escreva o que você acabou de nos dizer que basta!”
Prometi-lhe refletir melhor sobre a sugestão. Dias após, concluí que a sugestão tinha sua razão de ser e me propus a passar para o papel o seguinte:
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Madre Tereza: “Sou apenas uma pessoa nas mãos de Deus, mas é ele quem age.”
Rodrigo José de Kühl e Carvalho
Ante o amor de algumas pessoas mesmo os mais materialistas cedem, como é o caso que contam a respeito de Madre Teresa de Calcutá quando, estando em Cuba a pedido de um bispo, conversou com o primeiro ministro Fidel Castro sobre a questão da necessidade dos pobres, no que este respondeu que o Estado é que tinha a função de dar ao povo o de que este necessitava… E foi replicado pela madre que comentou com doçura: ”Sim, mas o Estado não lhes dá amor“. Diante disso, não demorou muito para que um grupo de irmãs missionárias pudesse entrar em Havana para cuidar dos doentes pobres em estado terminal.
Eis a prece com a qual, onde quer que estejam, as Missionárias da Caridade iniciam o seu dia de trabalho:
“Querido Senhor, Grande Curador, eu me ajoelho diante de Ti, já que toda dádiva perfeita vem de Ti. Eu Te peço: dá habilidade às minhas mãos, clara visão à minha mente, amabilidade e ternura ao meu coração. Peço que me dês unidade de propósito, força para amenizar parte do fardo de sofrimento de meus semelhantes, e que eu possa continuar tendo o privilégio de realizar este serviço. Afasta do meu coração toda malícia e mundanidade, e tal qual a fé simples de uma criança, que eu possa descansar em Ti. Amém.”
São de Madre Teresa de Calcutá estas frases, destinada a todos, independentemente da religião:
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