Tributo de gratidão a Divaldo Franco e a Chico Xavier

A propósito de calúnias e maledicências que circulam contra os dois trabalhadores.

Federação Espírita do Paraná

Um nasceu em Minas Gerais e já retornou para a pátria verdadeira. Outro, nasceu na Bahia e prossegue nos labores, doando-se integralmente à divulgação espírita.

Chico XavierO primeiro não era dado a discursos. Falava manso, pausado, e sua pena psicográfica nos deixou nada menos de 421 obras, dos mais diversos gêneros: poesia, romances, de estudo, de consolo, mensagens familiares…

O segundo, exímio na Oratória, arrebata multidões por todo lado. Alcançou o mundo e é responsável direto pelo nascimento de avultado número de Centros Espíritas, em vários países dos cinco continentes. Seus dons mediúnicos serviram à psicografia de 210 livros que, até o momento, já vieram à luz.

Divaldo FrancoPor suas mãos abençoadas, qual escada de Jacó dos tempos modernos, vertem poesia, história, mensagens, informações preciosas do mundo espiritual. Ele nos trouxe de volta os premiados Tagore e Victor Hugo, e personalidades ilustres, trabalhadores de horas passadas, que continuam atuantes e servidores, como Manoel Philomeno de Miranda, Joanna de Ângelis, Bezerra de Menezes, entre tantos outros conhecidos.

O primeiro retornou à pátria espiritual tendo ultrapassado a casa das nove dezenas em idade, sendo exemplo até o fim do servidor discreto e ativo.

O segundo, mesmo com problemas de saúde que o abraçam de há muito, não se permite repouso. Quanto mais os anos se somam, mais viaja, e psicografa, e fala, esclarece, orienta, estimula.

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Paz

Onde encontro a paz? …

Pergunto-me a todo instante.

Procurei-a há tempos idos

Num lugarejo distante…

Procurei-a num largo anfiteatro

E ainda não achei…

Procurei-a, desta vez, num circo

E também não encontrei…

Então pensei: Está no lar!…

Mas também lá não estava.

E pus-me novamente a buscá-la

Nos canteiros floridos, no pôr-do-sol,

Em todas as maravilhas do Universo

E nada consegui encontrar…

Um dia, embaraçada com tanta busca,

Perdi-me dentro de mim

E… Qual não foi a minha surpresa!

Lá estava ela…

A sorrir.

Amélia Rodrigues

Meu Deus e Meu Senhor, poema de Amélia Rodrigues

Belo e comovente poema de Amélia Rodrigues declamado pelo médium e orador Divaldo Franco.

Duração: 00:04:30
Tamanho: 3,7 MB
Formato: MP3
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MUDAR é preciso

Américo Canhoto

Quando tudo corre em relativo sucesso, a rejeição às mudanças é normal. Por isso, quando Jesus apresentou um projeto de reengenharia de vida ao moço rico e, o conclamou a abandonar suas riquezas e a segui-lo, na busca e na conquista de outras, de outro tipo, daquelas que o ladrão não rouba e a traça não corrói, é natural que tenha sido rejeitado (na linguagem de hoje: “Tô fora cara!”; Trocar o certo pelo duvidoso é coisa de “otário”!; e ele nem sabia que o autor da proposta ia ser crucificado).

As razões para mudar, seguem a dinâmica da informalidade. Coisa de momento. Segundo a visão empresarial: quando há risco de lucros cessantes ou em declínio, crises na economia, a concorrência e a inadequação. Pelo prisma pessoal, quando os sonhos não se realizam e há sensação de: dor, sofrimento, inadequação, ou quando surgem as doenças e as crises existenciais. Porém, tudo isso, sempre vem em boa hora, para a continuidade do progredir; são crises construtivas, destruindo apenas o marasmo, a acomodação. Porém, mudar dessa forma, é superar, apenas momentaneamente, as crises, criando, sucessivamente, outras novas…

Apenas quando já existe maturidade com discernimento das reais razões do viver, é que, passa a existir um verdadeiro projeto de vida, esquematizado e gerenciado; ou um projeto de reengenharia dentro de uma empresa.

Evolução é educação. Passiva, quando o indivíduo é educado por outros ou por fatos. Ou ativa, quando auto-educa-se. A diferença, é que na primeira, o educando não tem controle sobre os fatos educativos e, na segunda, sim. Pode gerenciá-los e mantê-los sob controle, com livre-arbítrio pleno. É o homem copiando a natureza na sua simplicidade e eficiência ao desenvolver o sistema usado na reengenharia humana ou empresarial que é um processo gerencial ativo de controle de progresso humano.

Como mudar?
O que fazer para mudar?

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Abandono, violência e filhos. Como agir?

“Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.” Item 8, Cap. XIV, de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.Entre os casais, surge comumente o problema do abandono, pelo qual o parceiro lesado é compelido à carência afetiva.

Criaturas integradas na comunhão recíproca, o afastamento uma da outra provoca, naturalmente, em numerosas circunstâncias, o colapso das forças mais íntimas naquela que se viu relegada a escárnio ou esquecimento.

Justo observar que toda criatura prejudicada usufrui o direito de envidar esforços na própria recuperação.

Análogo princípio prevalece nas conjunções do sentimento, sempre efetuadas com fins determinados em vista.

O companheiro ou a companheira menosprezada no círculo doméstico detém a faculdade de refazer as condições que julgue necessárias à própria euforia, com base na consciência tranqüila.

Não existem obrigações de cativeiro para ninguém nos fundamentos morais da Criação. Um ser não dispõe de regalias para abusar impunemente de outro, sem que a vítima se veja espontaneamente liberta de qualquer compromisso para com o agressor.

Em matéria afetiva, porém, se a união sexual trouxe filhos à paisagem terrestre, é razoável que as Leis da Vida reconheçam na criatura lesada a permissão de restabelecer a harmonia vibratória em seu mundo emotivo, logicamente dentro da ética que sustenta a tranqüilidade da vida intima; entretanto, essas mesmas Leis da Vida rogam, sem impor, às vítimas da deslealdade ou da prepotência que não renunciem ao dever de amparar os filhos, notadamente se esses filhos ainda não atingiram a puberdade que lhes traçará começo à compreensão dos problemas sexuais que afligem a Humanidade.

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A Mulher e a Depressão

Fatores fisiológicos, psicológicos e socioeconômicos – dentre outros – concorrem para instalar a depressão na mulher. Este CD irá ajudá-las a aprender a lidar com as dificuldades e peculiaridades.

Palestrante: Izaias Claro
Duração: 54 min.
Tamanho: 23 MB
Formato: MP3
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Divaldo Franco Responde – Volume 3

Oito questões respondidas por Divaldo compreendem os temas autocura, regressão, mortes violentas, síndrome do pânico, dependência sexual, reforma íntima, senso crítico, dentre outras abordagens. Com sua costumeira lucidez, o médium responde as questões que lhe foram propostas à luz da Doutrina Espírita. Com faixas distintas para cada tema, o ouvinte pode selecionar o assunto preferido.

Faixas

01 – Apresentação
02 – Regressão
03 – Dependência Sexual
04 – Síndrome do Pânico
05 – Reforma Íntima
06 – Senso Crítico
07 – Morte Violenta
08 – Alegria Forçada
09 – Auto-cura

Tamanho: 45MB
Formato: MP3
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Ouça também:

Divaldo Franco Responde – Volume 1
Divaldo Franco Responde – Volume 2
Divaldo Franco Responde – Volume 4

O fácil, o difícil e o impossível

O que chamamos de fácil nada mais é do que aquilo que já conhecemos muito bem. E por que conhecemos bem? Porque já convivemos com aquilo diariamente.

Mas, se pensarmos bem, veremos que uma determinada coisa se tornou fácil depois de muito tempo de convivência com ela.

Descobrimos, então, que fácil é aquilo que já fizemos repetidas vezes.

Ótimo!

Eu acabo de descobrir uma coisa muito importante: se fácil é aquilo que já repetimos várias vezes, daqui para frente eu posso então transformar as coisas difíceis e impossíveis.

Como?

Começando desde já a conviver com a possibilidade de alcançá-las;

Começando desde já a praticá-las;

Começando desde já, e em pequenas doses, a fazer com que o impossível torne-se difícil. Mais adiante, fazendo o difícil tornar-se fácil.

Sabemos que ver as coisas dessa maneira não é fácil. É até um pouco difícil, mas também impossível já não é mais, a partir do momento em que já descobrimos, pelo menos, qual é o caminho a seguir.

Se a vida vai ser algo fácil, difícil ou impossível, isso vai depender de nós mesmos.

Aquilo que nem sequer tentamos será sempre impossível.

Aquilo que começamos a tentar agora é difícil.

E aquilo que já fazemos há muito tempo tornou-se algo fácil.

Revele-se

- Nas lutas habituais, não exija a educação do companheiro. Demonstre a sua.

- Nas tarefas do bem, não aguarde colaboração. Colabore, por sua vez, antes de tudo.

- Nos trabalhos comuns, não clame pelo esforço alheio. Mostre sua boa-vontade.

- Nos serviços de compreensão, não peça para que seu vizinho suba até a você. Aprenda a descer até ele e ajude-o.

- No desempenho dos deveres cristãos, não aguarde recursos externos para cumpri-los. O melhor patrimônio que você pode dar às boas obras é o seu próprio coração.

- No trato vulgar da vida, não espere que seu irmão revele qualidades excelentes. Expresse os dons elevados que você já possui.

- Em toda criatura terrestre, há luz e sombra. Destaque sua nobreza para que a nobreza do próximo venha ao seu encontro.

André Luiz, Agenda Cristã, 31, FCX, FEB

Velhas atitudes

Por que muitas vezes você tenta repetir velhas atitudes que nunca deram certo e que mergulharam você na confusão e no sofrimento? Provavelmente dirá que tem tentado mais não consegue.

Todas as vezes que você diz “não consigo” significa “eu não quero”, porque quando você realmente quer, todos os obstáculos desaparecem do seu caminho.

Quais as vantagens que você tem para deixar as coisas como estão?

Atrás dessa aparente falta de coragem para tomar certas atitudes que viriam mudar sua vida, estão alguns desejos que você mesmo não expressa, para os quais você tem receio de olhar.

Assumir sua vida significa conhecer-se melhor intimamente e confiar em seus próprios sentimentos.

Ouvir-se é desenvolver a intuição que é a mais perfeita forma de conhecer a verdade. Quando você a contraria, sempre acaba se machucando.

Em cada situação, por insignificante que seja, nunca responda antes de perguntar o que o seu coração quer. Agir de acordo com ele vai lhe dar uma sensação gostosa de bem-estar e segurança. Ouvindo-se, você terá a resposta adequada.

Assim, você irá confiar mais em suas escolhas, tornar-se mais seguro e o restante virá naturalmente. Sua presença se tornará mais clara e suas atitudes, mais verdadeiras.

Quem governa a si mesmo é mais poderoso que um rei.

Do livro “Fazer o Bem Vale a Pena”,
de Nereu Jorge Araldi. Ed. Theus.